segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pelo II Café Literário...

A liberdade como problema

A torneira seca
(mas pior: a falta de sede)

A luz apagada
( mas pior: o gosto do escuro)

A porta fechada
( mas pior: a chave por dentro) 

José Paulo Paes

Que seja assim

Se for saudade que seja doce
E em dose dupla.
Pura, com apenas dois
Cubos de gelo.

A distância impulsiona
Nosso sentido reproduz,
Na manha de inverno típico
Com poucos raios de luz.

Entra sem bater na porta,
Sai sem pedir licença.
As pulsações inesperadas
Marcam o momento da presença.
(Ygor Sas)

4 comentários:

  1. Grande Poeta!!

    Fantástico meu irmao, parabéns!

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  2. O poema em homenagem ao Café retrata muito bem o que ocorreu.. hahaha

    abraço

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